Santa Maria é uma ilha com inúmeros problemas sociais e económicos e acima de tudo vive uma enorme “crise de confiança”
Penso que o acima exposto é de consenso geral. É uma verdade absoluta.
Vejamos um pouco da nossa realidade:
Santa Maria é uma ilha com cerca 5.500 almas dispersas por 97 Km2.
Dividida politicamente em 5 freguesias sendo a maior logicamente a de Vila do Porto.
Cada freguesia tem as suas características próprias, tendo como base comum:
- Uma habitação geograficamente dispersa.
- Muitos km de caminhos de penetração e de acesso às habitações
- Uma zona balnear associada
- Uma população envelhecida
Vila do Porto, sendo a maior freguesia, é onde se concentra a maior parte da população activa.
É nela que se encontram sedeadas as empresas geradoras de emprego e responsáveis por grande percentagem da economia da ilha. Refiro-me obviamente à NAV e.p., ANA s.a., à EDA, Secretarias da Habitação, da Educação (Escola EB) e da Saúde (Centro de Saúde), Santa Casa, entre outras
Também é aqui que as PME (Pequenas e Médias Empresas) têm alguma expressão.
Em Santa Maria vive-se uma profunda crise de confiança.
Eternos problemas como o encerramento nocturno do aeroporto e a saída da NAV de Santa Maria pairam como fantasmas sobre os marienses e acabam por ser factores inibidores ao investimento privado.
A População continua a diminuir.
A “mão-de-obra qualificada” abandona a ilha em busca de melhores empregos.
As PME vivem com a "corda ao pescoço".
Em termos políticos, desde 1980, que o PS, é o eterno vencedor das eleições. Os seus representantes e líderes, são quem têm definido ao longo destes últimos 30 anos, as políticas económicas e sociais para o desenvolvimento da ilha. Nos últimos 13 contando com o apoio do Governo da Região.
Assim penso que posso afirmar, que o PS é o único responsável pela situação em que a Ilha e os Marienses se encontram hoje.
(continua...)
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Quem pode pescar?
Pescadores de S.Miguel (Rabo de Peixe) a pescar nas Flores.
Florentinos (Associação de Pescadores) revoltam-se.
Noticia telejornal da RTPA.
Sub-Secretário, Associação Porto de abrigo chamados a se pronunciarem.
Debate na televisão.
Presidentes da Camara da Ilha das Flores apoiam pescadores e reclamam que a pesca para os "forasteiros" só para além das 6 milhas.
Dá gosto ver.É a defesa da ilha e dos seus "eleitores" com unhas e dentes
E por cá?
Há anos que eles cá vêm "limpar" os nossos mares.
Alguém reclama??????? Alguém fala????
....e mais não disse....
(ver pensamento do dia)
Florentinos (Associação de Pescadores) revoltam-se.
Noticia telejornal da RTPA.
Sub-Secretário, Associação Porto de abrigo chamados a se pronunciarem.
Debate na televisão.
Presidentes da Camara da Ilha das Flores apoiam pescadores e reclamam que a pesca para os "forasteiros" só para além das 6 milhas.
Dá gosto ver.É a defesa da ilha e dos seus "eleitores" com unhas e dentes
E por cá?
Há anos que eles cá vêm "limpar" os nossos mares.
Alguém reclama??????? Alguém fala????
....e mais não disse....
(ver pensamento do dia)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
SONHO E AMBIÇÃO! Defeito ou Virtude?
Ao longo dos tempos tem sido os sonhos que fizeram as sociedades evoluir; e tem sido a ambição desmedida que tem contribuído para “aqueles” passos atrás.
Por outro lado sem ambição não se atinge objectivos; e sonhando demasiado passamos a rapidamente ao grupo dos lunáticos.
É uma faca de dois gumes. Não é fácil conseguirmos o equilíbrio.
Júlio Verne? um lunático!, completamente “doido varrido”!. Algum dia o homem iria à Lua?; ou daria a volta ao mundo em 80 dias? A ambição humana levou-nos lá, e 80 dias… só em CRUZEIRO e em 1ª classe.
Bell, com o telefone; Edison com a lâmpada. Gutenberg com a impressão. DaVinci. Sonhadores? Lunáticos? Excêntricos?
A ambição fez o resto. Levou luz a todas as casas. Promoveu a comunicação entre povos, a transmissão do conhecimento, etc, etc, etc.
A II Guerra Mundial um exemplo de ambição exagerada.
A verdade é que sem sonhos e sem ambição um povo não é nada nem vai a lado nenhum.
Pergunto-me se os marienses não estão a passar por uma fase parecida.
Os sonhos não existem A ambição deu lugar à resignação, à desmotivação, ao comodismo, ao passivismo.
Serei lunático ou completamente “doido varrido” por querer para Santa Maria:
- Mais e melhor saúde…; Mais e melhor emprego…; Mais e melhor cultura…; Mais e melhor transportes…; Mais e melhor… uma série de tantas outras coisas…….
Ou serei demasiado ambicioso por as exigir? Por pensar que tenho o direito de as ter?; como tantos outros, portugueses e açorianos têm. Que pagam os mesmo impostos que eu.
Ou serei completamente “doido aspirado” (mais moderno) e demasiado ambicioso por querer deixar aos meus filhos uma ilha melhor do que a que encontrei?
Esta é ilha que escolhi para viver. Por ela vou “sonhar” e “ambicionar”…… …………….até morrer.
Não é defeito, nem virtude…………é feitio mesmo!.
Por outro lado sem ambição não se atinge objectivos; e sonhando demasiado passamos a rapidamente ao grupo dos lunáticos.
É uma faca de dois gumes. Não é fácil conseguirmos o equilíbrio.
Júlio Verne? um lunático!, completamente “doido varrido”!. Algum dia o homem iria à Lua?; ou daria a volta ao mundo em 80 dias? A ambição humana levou-nos lá, e 80 dias… só em CRUZEIRO e em 1ª classe.
Bell, com o telefone; Edison com a lâmpada. Gutenberg com a impressão. DaVinci. Sonhadores? Lunáticos? Excêntricos?
A ambição fez o resto. Levou luz a todas as casas. Promoveu a comunicação entre povos, a transmissão do conhecimento, etc, etc, etc.
A II Guerra Mundial um exemplo de ambição exagerada.
A verdade é que sem sonhos e sem ambição um povo não é nada nem vai a lado nenhum.
Pergunto-me se os marienses não estão a passar por uma fase parecida.
Os sonhos não existem A ambição deu lugar à resignação, à desmotivação, ao comodismo, ao passivismo.
Serei lunático ou completamente “doido varrido” por querer para Santa Maria:
- Mais e melhor saúde…; Mais e melhor emprego…; Mais e melhor cultura…; Mais e melhor transportes…; Mais e melhor… uma série de tantas outras coisas…….
Ou serei demasiado ambicioso por as exigir? Por pensar que tenho o direito de as ter?; como tantos outros, portugueses e açorianos têm. Que pagam os mesmo impostos que eu.
Ou serei completamente “doido aspirado” (mais moderno) e demasiado ambicioso por querer deixar aos meus filhos uma ilha melhor do que a que encontrei?
Esta é ilha que escolhi para viver. Por ela vou “sonhar” e “ambicionar”…… …………….até morrer.
Não é defeito, nem virtude…………é feitio mesmo!.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
IDOLOS, HEROIS, D. SEBASTIÕES…..e outras constatações. II
Berta Cabral, no último congresso do Partido Social Democrata afirmou-se como a grande candidata às eleições regionais de 2012.
A sua moção intitulada “Mãos à Obra pelos Açores” é bem elucidativa da “vontade de ganhar” da “determinação” de uma mulher com M.
Berta Cabral levou anos a decidir-se. Esta indecisão, mas de presença constante, transformou-a num mito.
Para muitos sociais-democratas açorianos Berta é a “desejada” a “salvadora” “o D.Sebastião que… “.
Nela concentra-se toda a expectativa para conduzir o partido de novo, ao poder.
A experiência de liderar a maior autarquia da região,(com obra feita), nenhuma oposição interna, 3 eleições sem responsabilidade (para além das autárquicas, claro mas que lhe darão toda a visibilidade e tempo de antena), o fim de ciclo do PS, a impossibilidade legal de uma candidatura de Carlos César, são condições únicas.
Tudo isso concede a Berta Cabral o “timing” certo.
São 4 anos para preparar a “sua candidatura”.
São 4 anos para se afirmar como a “Alternativa”.
Nenhum outro líder teve tanto apoio, nem uma tão boa conjuntura como Berta tem actualmente.
Assim se compreende o positivismo, o pragmatismo e as certezas que Berta afirma na sua moção que levou ao congresso.
Isso é bem visível logo na 1º frase:
“ O PSD vai ganhar 2012”
e noutras:
o “ Ganhar para servir”
o “ É preciso motivar, envolver, participar e vencer”
o “ Temos que escolher os melhores”
o ” O novo PSD é melhor que o PS envelhecido”
Assim se compreende que o fenómeno “Berta Cabral” tenha deixado pouco espaço
para as alternativas politicas que surgiram.
Como poderia qualquer outro candidato a líder afirmar-se tendo por cima a “sombra” o ”peso” o “estigma” de um mito.
não seria o mesmo que Hillary Clinton agora candidatar-se contra Obama?.
E nós por cá? na nossa “terrinha” que continua à espera d’um “salvador”?????
Será que também teremos um "Hillary", uma “Berta” ou…………
A sua moção intitulada “Mãos à Obra pelos Açores” é bem elucidativa da “vontade de ganhar” da “determinação” de uma mulher com M.
Berta Cabral levou anos a decidir-se. Esta indecisão, mas de presença constante, transformou-a num mito.
Para muitos sociais-democratas açorianos Berta é a “desejada” a “salvadora” “o D.Sebastião que… “.
Nela concentra-se toda a expectativa para conduzir o partido de novo, ao poder.
A experiência de liderar a maior autarquia da região,(com obra feita), nenhuma oposição interna, 3 eleições sem responsabilidade (para além das autárquicas, claro mas que lhe darão toda a visibilidade e tempo de antena), o fim de ciclo do PS, a impossibilidade legal de uma candidatura de Carlos César, são condições únicas.
Tudo isso concede a Berta Cabral o “timing” certo.
São 4 anos para preparar a “sua candidatura”.
São 4 anos para se afirmar como a “Alternativa”.
Nenhum outro líder teve tanto apoio, nem uma tão boa conjuntura como Berta tem actualmente.
Assim se compreende o positivismo, o pragmatismo e as certezas que Berta afirma na sua moção que levou ao congresso.
Isso é bem visível logo na 1º frase:
“ O PSD vai ganhar 2012”
e noutras:
o “ Ganhar para servir”
o “ É preciso motivar, envolver, participar e vencer”
o “ Temos que escolher os melhores”
o ” O novo PSD é melhor que o PS envelhecido”
Assim se compreende que o fenómeno “Berta Cabral” tenha deixado pouco espaço
para as alternativas politicas que surgiram.
Como poderia qualquer outro candidato a líder afirmar-se tendo por cima a “sombra” o ”peso” o “estigma” de um mito.
não seria o mesmo que Hillary Clinton agora candidatar-se contra Obama?.
E nós por cá? na nossa “terrinha” que continua à espera d’um “salvador”?????
Será que também teremos um "Hillary", uma “Berta” ou…………
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
IDOLOS, HERÓIS, D's. SEBASTIÕES…..e outras constatações.
Quem viu a nomeação do 44º Presidente dos EUA, Barack Obama, certamente ficou impressionado com o banho de multidão que o povo americano o brindou.
Frases como “ …quero poder dizer aos meus filhos e netos que estive aqui neste momento importante da história da América …” “… tinha que estar aqui a apoiar este Homem…” são bem demonstrativas das expectativas de esperança que os Americanos e o mundo inteiro depositam neste homem.
De todo o globo ouviram-se desejos de mudança, de esperança de justiça e de paz.
É sem duvida “o desejado”, tal qual D. Sebastião. É o “herói do mundo”. Personifica o verdadeiro, o puro “Americam dream”.
Contudo não podemos esquecer que tal como qualquer outro mortal, Barack Obama, é só um homem.
Será que vai conseguir combater os lobbies do petróleo, da guerra, da droga, do tráfego de influências, enfim, os lobbies do Dinheiro que existem nesse mundo? A fome, os genocídios, os povos sem terra, vão acabar? ??
" A grandeza não é um dado adquirido.Tem que ser ganha. Peço-vos uma nova era de responsabilidade" (Obama)
É verdade que “o sonho comanda a vida” (A.Gideão), mas a realidade é que o “DINHEIRO é que faz girar o mundo.
A verdade é que o DINHEIRO é o “Deus” dos nossos tempos… e enquanto o Homem der mais valor às coisas que às pessoas o mundo vai ser igual.
Veremos…..
(Ver pensamento do dia)
Frases como “ …quero poder dizer aos meus filhos e netos que estive aqui neste momento importante da história da América …” “… tinha que estar aqui a apoiar este Homem…” são bem demonstrativas das expectativas de esperança que os Americanos e o mundo inteiro depositam neste homem.
De todo o globo ouviram-se desejos de mudança, de esperança de justiça e de paz.
É sem duvida “o desejado”, tal qual D. Sebastião. É o “herói do mundo”. Personifica o verdadeiro, o puro “Americam dream”.
Contudo não podemos esquecer que tal como qualquer outro mortal, Barack Obama, é só um homem.
Será que vai conseguir combater os lobbies do petróleo, da guerra, da droga, do tráfego de influências, enfim, os lobbies do Dinheiro que existem nesse mundo? A fome, os genocídios, os povos sem terra, vão acabar? ??
" A grandeza não é um dado adquirido.Tem que ser ganha. Peço-vos uma nova era de responsabilidade" (Obama)
É verdade que “o sonho comanda a vida” (A.Gideão), mas a realidade é que o “DINHEIRO é que faz girar o mundo.
A verdade é que o DINHEIRO é o “Deus” dos nossos tempos… e enquanto o Homem der mais valor às coisas que às pessoas o mundo vai ser igual.
Veremos…..
(Ver pensamento do dia)
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
A NOVA GERAÇÃO DO PODER
Os “cinquentinhos” segundo Miguel Esteves Cardoso, são aqueles cuja idade varia entre os cinquenta e os cinquenta e cinco e portanto ainda não são cinquentões.
São a geração do final da guerra colonial, (mas que lá não foram); são a geração do 25 de Abril, mas que não sentiu na pele o que era “viver em ditadura”.
Esta Geração de um dia para o outro tornou-se “livre”. Não teve que lutar por nada. A Liberdade (como tudo na vida) caiu-lhe nos braços de mão beijada. Eles, os dessa geração, participaram em meia dúzia de manifestações e julgam-se , por direito, os “Pais” da liberdade.
Mas será que o são? Ou…
Estes Cinquentinhas de hoje são aqueles que tinham entre 15 e 20 anos em 1974. São aquela geração que cresceu sem referências, onde a liberdade se confundia com libertinagem, que rompeu de forma drástica com o passado, que viveu o período pós guerra, em que devido à falta de gente, o emprego vinha bater à porta. São a geração do facilitismo, do tempo onde tudo era fácil, os patrões tinha medo dos empregados, os chefes… medo tinham dos subordinados, as comissões de trabalhadores e sindicatos eram autenticas “forças de guerrilha” nas empresas”…e por isso muitas delas fecharam ou não se desenvolveram. É esta geração, sem qualificação que exigia bons ordenados, poucas horas de trabalho, muitas regalias sociais, regalias na saúde… que faltava quando precisava de “curar uma ressaca”… etc… etc…etc.
Contudo é esta mesma Geração que agora chega ao topo; aos cargos de chefia… Ao comando do País.
Esta geração que sempre teve poder que agora não o quer perder, que cresceu sem valores sem respeitar nada nem ninguém;…Agora, é uma geração moralista, defensora da moral e bons costumes, que apregoa a honestidade e a justiça, que exige o cumprimento das hierarquias, que defende o patronato que há 20 anos atrás, destruiu; …que defende mais horas de trabalho; … mais polivalências e….muitas mais ..ências;… que está “muito preocupada” com o sistema da Segurança Social (hummm!!!…com a Caixa geral de Aposentações)….
É esta geração que por egoísmo, por puro egocentrismo, não pensou no futuro e colocou de Portugal onde estamos.
É esta geração que agora, e outra vez pensando só em si, vem exigir, que a geração dos “filhos”, pague a a pesada factura, produzindo mais, facilitando o patronato, cedendo nos direitos, …!!! e tudo...
…para que eles possam gozar as suas reformas chorudas na comodidade dos seus sofás.
E nós ?......
São a geração do final da guerra colonial, (mas que lá não foram); são a geração do 25 de Abril, mas que não sentiu na pele o que era “viver em ditadura”.
Esta Geração de um dia para o outro tornou-se “livre”. Não teve que lutar por nada. A Liberdade (como tudo na vida) caiu-lhe nos braços de mão beijada. Eles, os dessa geração, participaram em meia dúzia de manifestações e julgam-se , por direito, os “Pais” da liberdade.
Mas será que o são? Ou…
Estes Cinquentinhas de hoje são aqueles que tinham entre 15 e 20 anos em 1974. São aquela geração que cresceu sem referências, onde a liberdade se confundia com libertinagem, que rompeu de forma drástica com o passado, que viveu o período pós guerra, em que devido à falta de gente, o emprego vinha bater à porta. São a geração do facilitismo, do tempo onde tudo era fácil, os patrões tinha medo dos empregados, os chefes… medo tinham dos subordinados, as comissões de trabalhadores e sindicatos eram autenticas “forças de guerrilha” nas empresas”…e por isso muitas delas fecharam ou não se desenvolveram. É esta geração, sem qualificação que exigia bons ordenados, poucas horas de trabalho, muitas regalias sociais, regalias na saúde… que faltava quando precisava de “curar uma ressaca”… etc… etc…etc.
Contudo é esta mesma Geração que agora chega ao topo; aos cargos de chefia… Ao comando do País.
Esta geração que sempre teve poder que agora não o quer perder, que cresceu sem valores sem respeitar nada nem ninguém;…Agora, é uma geração moralista, defensora da moral e bons costumes, que apregoa a honestidade e a justiça, que exige o cumprimento das hierarquias, que defende o patronato que há 20 anos atrás, destruiu; …que defende mais horas de trabalho; … mais polivalências e….muitas mais ..ências;… que está “muito preocupada” com o sistema da Segurança Social (hummm!!!…com a Caixa geral de Aposentações)….
É esta geração que por egoísmo, por puro egocentrismo, não pensou no futuro e colocou de Portugal onde estamos.
É esta geração que agora, e outra vez pensando só em si, vem exigir, que a geração dos “filhos”, pague a a pesada factura, produzindo mais, facilitando o patronato, cedendo nos direitos, …!!! e tudo...
…para que eles possam gozar as suas reformas chorudas na comodidade dos seus sofás.
E nós ?......
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